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Mostrando postagens com o rótulo Comunismo

Cuba antes da revolução

Viva a Revolução Hoje, se tudo correr bem, 52 presos políticos serão "libertados" na ilha prisão de Cuba, para melhorar nosso conhecimento sobre a real história cubana resolvi publicar aqui um trecho de um artigo publicado no Instituto LudWig , vejam: O mito popular é que Cuba era um país com uma economia desintegrada e que Fidel melhorou a vida dos cubanos.  Será? Nos meses seguintes à revolução cubana, por exemplo, o economista tcheco Radoslav Selucky visitou Cuba e tomou um susto:  "Pensávamos que Cuba fosse um país subdesenvolvido que tivesse apenas algumas refinarias de açúcar!", escreveu quando voltou a Praga.  "Mas não!  Quase 25% da força de trabalho de Cuba estava empregada na indústria, onde os salários eram iguais aos salários pagos nos EUA!"

Nosso Futuro

Caso Dilmaligna ganhe:

É para rir ou para chorar?

Cada coisa que acontece aqui, abaixo do Rio Grande, que por pior e mais trágico que possa ser, a primeira reação é rir, vejam isto: O presidente venezuelano, Hugo Chávez, anunciou a nacionalização da rede de hipermercados francesa Almacenes Exito no país. O presidente acusa a rede de ter aumentado os preços, apesar da proibição imposta por ele no início do mês de janeiro.

O socialismo mata

por  Carlos Alberto Montaner Swaminathan Aiyar é um notável economista indiano que fez um cálculo muito incômodo. Ocorreu-lhe medir o enorme preço que pagou a população da Índia por não ter feito antes a reforma econômica que hoje mantém seu país em um ritmo de crescimento que excede os 7% anuais, reduz vertiginosamente a porcentagem de pobres e melhora substancialmente a qualidade de vida dos mais necessitados. Os números são impressionantes: não ter feito a reforma com antecedência provocou a morte de 14,5 milhões de crianças, manteve 261 milhões no analfabetismo e outros 109 abaixo do limiar de pobreza. O estudo acaba de ser publicado pelo Cato Institute em Washington e se intitula  "O socialismo mata" .

A Declaração de Praga

A Declaração de Praga condena o comunismo  por crimes contra a humanidad e O nacional-socialismo alemão converteu-se na cara exclusiva do Mal no mundo. As embaixadas da Alemanha e de Israel, assim como o imprensa, protestaram porque um museu de cera na Tailândia usou como anúncio uma reprodução de Adolf Hitler. Ninguém, entretanto, teria protestado se a imagem em questão fosse de Joseph Stalin. Inclusive é habitual cruzar-se com gente que leva orgulhosa em sua camiseta a cara de um certo terrorista denominado Che Guevara. A  Declaração de Praga  quer acabar com essa impunidade do comunismo. Onde há governo ou onde tratou de fazê-lo, o comunismo cometeu genocídios e matanças sem conta, como a  morte por fome  de ao menos sete milhões de ucranianos ou a matança de  Paracuellos del Jarama . A soma de mortos pelos criadores do Homem Novo supera os cem milhões de seres humanos. Todos conhecemos os campos de concentração do III Reich alemão mas, ao contrár...

Inferno sobre a Terra

O Ocidente finge que não vê a violência e o desrespeito aos direitos humanos. Os que mais sofrem são os moradores de cidades menores nas províncias do norte da Coréia. Próximo a cidade de Wonsan, mais de 70% da população sobrevive comendo mingau de milho misturado com capim. Na montanhosa província de Kangwon moradores temem a escassez de alimentos na próxima primavera. Grande parte do problema está na campanha “150-day battle”, que tinha o objetivo de impulsionar a produção socialista e transformar a Coréia do Norte em uma nação poderosa até 2012. Isso fez com que os produtores se afastassem de suas terras. “Estamos sendo levados a nossa morte”, disse um deles. No sul de Hamgyong o governo ficou sem combustível para as máquinas pesadas obrigando os moradores a carregar pedras. Em Pyongan, donas de casa reclamam por serem forçadas a fazer luvas para trabalhadores, enviar carne para o exército e a coletar sucata. O mercado informal tornou-se uma opção para muitos. Mercados privados fo...

Totalitarismos mortos e vivos

O que a Veja não disse... LEONARDO BRUNO | 29 SETEMBRO 2009 MEDIA WATCH - OUTROS Os jornalistas ainda chegam a presumir que a ligação do movimento revolucionário com o narcotráfico na América Latina seria uma espécie de aberração, não uma parte essencialmente criminosa da militância comunista. Ou seja, os jornalistas santificam a esquerda e dão o aval de afirmar, categoricamente, que ela é partidária da democracia. Quando um grupo de delinqüentes skinheads é preso por apregoar idéias nazistas ou espancar gays nas ruas, alguns setores da imprensa dão uma intensa cobertura sobre o assunto e fazem alarde histérico sobre o suposto crescimento do nazismo. A coisa se torna até caricatural: alguns programas de TV convidam membros da comunidade judaica a falarem das experiências dos campos de concentração na Europa, como se a ameaça nazista fosse onipresente, como se o espantalho de Hitler ressurgisse das cinzas do bunker de Berlim, para restaurar o poder, na figura de alguns marginais ...