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Mostrando postagens com o rótulo Estupidez não tem preço

No Bunker de Hitler por Joachim Fest

Joachim Clemens Fest(1926-2006) foi um jornalista e escritor alemão. Reconhecido internacionalmente pelas biografias de Hitler e Albert Speer(Ministro da Economia de Guerra do 3º Reich Alemão), além dos seus trabalhos pioneiros quanto a documentação da Segunda Guerra na Alemanha, criticando o nazismo e seus líderes. Por mais que suas obras não sejam muito famosas, No Bunker de Hitler foi adaptado para o cinema no filme  A Queda .

É para rir ou para chorar?

Cada coisa que acontece aqui, abaixo do Rio Grande, que por pior e mais trágico que possa ser, a primeira reação é rir, vejam isto: O presidente venezuelano, Hugo Chávez, anunciou a nacionalização da rede de hipermercados francesa Almacenes Exito no país. O presidente acusa a rede de ter aumentado os preços, apesar da proibição imposta por ele no início do mês de janeiro.

Meu singular toque de Mídas

Como é de conhecimento de todos (ou quase) o rei Mídas, o tolo soberano de Frigia, ao ter a oportunidade de pedir o que quisesse a Dionísio (o deus) foi tomado de tamanha ganância que fez um dos pedidos mais imbecis possíveis, o que o sarcástico deus concedeu sem titubear, daquele momento em diante tudo que ele tocasse viraria ouro, bem o desenrolar da história é previsível, o néscio monarca não podia nada comer ou beber, taças viravam ouro imediatamente, etc. O irônico é que hoje me vejo com uma espécie de Midas, não transformo tudo em ouro, mas posso transformar muitos sorrisos e esperanças que toco em lágrimas duras e ácidas. Não faço por esporte, ou por nenhum tipo de gozo, mas faço pela mesma ganância estúpida, cegueira egoísta do mítico governante. Mídas nunca aprendeu, e acabou sofrendo as conseqüências. Por vez desejo ter fim semelhante. Agora Fernando Pessoa Deve chamar-se tristeza Deve chamar-se tristeza Isto que não sei que seja Que me inquieta sem surpresa Sau...

Um dia além da eternidade

O que faria em um não dia? Não que esteja interessado em entrar para o mundo dos romancistas, mas uma ideia anda me rondando, o que faria se tivesse um dia para nunca mais, um dia que pudesse ser riscado dos calendários, das mentes e dos corpos? Do tempo e do espaço? Um dia além da eternidade. - Droga! Não vêm. Já se passava das sete e nada, será que tinha desistido? Tinha sido tudo tão difícil… Reconhecer para si e para o outro, daquela maneira cara-a-cara, o medo da não correspondência, da frustração, da humilhação e a absoluta certeza da impossibilidade da concretização daquilo tudo. Ufa! Celular não atende. - Não vêm, definitivamente não. Havia desistido, quem poderia recrimina-la? Essa ideia de um dia, um único dia, só nosso não a convenceu, desde o começo ela tinha reservas: - Como assim um dia além da eternidade? - Claro que alguém vai descobri, do jeito que eu sou azarada… Tinha perguntado onde estaria com a cabeça em achar que poderia riscar um dia da sua vid...

Para que serve uma verdade?

Para que serve a verdade? Hoje foi publicada a sentença que inocenta Mendonça de Barros e demais responsáveis pela privatização do setor de telefonia no governo Fernando Henrique. Será manchete? Os que por DEZ anos mentiram e difamaram as privatizações pedirão desculpas? Para que serve a verdade em um país que ama a mentira? Pode não parecer, mas isso explica muito nosso atraso tecnológico, um povo que não tem curiosidade pelo real e prefere viver em um mundo de frases feitas não tem a vocação natural para a ciência e ao engenho. Como de costume Reinaldo Azevedo levanta a bola: "Os benefícios da privatização da Telebras são de todos conhecidos. O Brasil era um Sudão telefônico; tem hoje um dos sistemas mais avançados do mundo. A privatização e o mercado levaram democracia aos lares. HOUVE PRIVATIZAÇÃO MESMO, NÃO PRIVATARIA." Quem tem coragem de continuar a jogada?

A arte de ser estúpido

"Subdesenvolvimento não se improvisa, é obra de séculos" C omo já bem explicitado na frase dita pelo grande Nelson Rodrigues, subdesenvolvimento não é um acontecimento do acaso, é uma obra construída ao longo do tempo, o mesmo pode-se dizer das burradas que se faz pela vida, não daquelas burradas pequenas e indolores, essas qualquer um pode fazer a qualquer momento. Mas daquelas realmente importantes, aquelas burradas que definem sua vida, sua honra, seu caráter. Essas meus caros leitores são desenvolvidas ao longo de muitos anos de acúmulo de estupidez, lerdeza e distração dolosa.

Existe limite para o ridículo?

Assim, quando se acha que nada mais bizarro pode acontecer aparece um vídeo de um Latino de Bangladesh cantando uma música estranha em uma coreografia pra lá de esquisita. OK, OK, é na Índia e lá pode tudo, mas enfim agora pelo menos se tem certeza que o mundo já chegou no fundo do posso em matéria de ridículo... Mas sempre pode ser pior, pode ter brasileiro envolvido: Me digam caros leitores o que é pior, ser um ridículo original ou uma cópia do ridículo? Para quem não viu o vídeo original: Clique Aqui

E viva o Flair Play

Como é lindo o espírito esportivo. Imagina se este ai praticasse boxe ou luta greco-romana.

Quer saber o cúmulo da arrogância?

Pergunte a um cineastra brasileiro. O infeliz faz um filme com o dinheiro público, é vaiado até pelos puxa sacos de praxe de tão ruim, ai ao invés de se calar sai com uma dessa: "- Eu não esperei que o público fosse suportar isso. Ficaram até o final, para mim foi uma surpresa. O filme é um arrepio disso que está aí, uma contrapeso, um contrafluxo disso tudo. O filme traz de volta uma coisa que está esterilizada no cinema brasileiro, que é a sensibilidade, a imagem artística, sobretudo a patologia artística. Então foi uma surpresa ver que as pessoas, mesmo sem experiência pra ver uma coisa dessas, tivessem tido estômago para aceitar. É um público tão desacostumado a ler, a ver e a sentir e sobretudo, a se observar quando está sentindo - " Vai ser prepotente assim no raio que o parta.

Movimento dos Sem Moral

Prêmio Ignóbel 2007

Entregues na Universidade Harvard, EUA, em cerimônia realizada nesta quinta-feira, 4, com transmissão ao vivo pela internet, os IgNobéis, deste ano têm como principal atração o prêmio de Química, para Mayu Yamamoto, do Japão, que descobriu um modo de extrair aroma de baunilha de esterco de vaca. Em homenagem a esse feito, a sorveteria Toscanini's Ice Cream da cidade de Cambridge - onde fica Harvard - preparou um novo sabor, Baunilha Yum-a-Moto. Lista de ganhadores: MEDICINA Brian Witcombe de Gloucester, Reino Unido, e Dan Meyer de Antioch, Tennessee, EUA, pelo relatório "O Ato de Engolir Espadas e Seus Efeitos Colaterais". FÍSICA L. Mahadevan da Harvard University, EUA, e Enrique Cerda Villablanca da Universidade de Santiago de Chile, por estudar como lençóis se amassam. BIOLOGIA Prof. Dr. Johanna E.M.H. van Bronswijk da Eindhoven University of Technology, Holanda, por fazer um censo de todas as criaturas que compartilham nossas camas conosco. QUÍMICA Mayu Yamamoto do Int...

Dia de Festa

Se comemora hoje os 40 anos da morte do Porco Fedorento, um facínora candidato a genocida. Para quem não sabe, Che Guevara iniciou sua vida pública como companheiro de Fidel Castro, na guerrilha de Sierra Maestra, que prometia devolver a liberdade aos cubanos (à época vítimas de outra ditadura, a de Fulgencio Batista), mas que terminou por implantar um regime comunista de partido único, na ilha-prisão. Fulgencio Batista seria mais um ditador Latino-Americano como tantos outros se não fosse Fidel e seus asceclas, dificilmente qualquer estudante do continente saberia seu nome, ou qualquer informação sobre ele, como não se sabe nada sobre os inúmeros ditadores Bolivianos, mas a revolução o tornou eterno, pobre dos cubanos, sairam das mãos de um ladrãozinho comum para cair na garras de um dos mais terríveis vermes do século. Vitoriosa a Revolução, Guevara participou de centenas de fuzilamentos de partidários de Fulgencio Batista no “Paredón”, além de dezenas de pessoas comuns que se opunh...

Da série: burrice não tem preço!

Cartaz para cego no metrô. Via Mobil