Controlando Marionetes

  • on 11/05/2008
  • A arte de manipular e não ser manipulado

    Sempre me impressiono com os estelionatários que conheço, os famosos 171, são inflexivelmente gentis, indiscutivelmente afável, e absolutamente sedutores. Eu não sei ser assim, sou no máximo simpático, não sei envolver, seduzir e manipular as pessoas para fazerem o que quero, e como lamento isso...

    Pode parecer uma confissão de um pecado não cumprido, mas não é, como professor o uso da sedução e da manipulação para fazer com que o aluno se interesse por um assunto, que aprenda outro é bem comum e até, dado certos limites evidentemente, bastante saudável. Careço do conhecimento dessa arte. Porém...

    "Nada que é humano me é estranho" como já se disse certa vez, logo, não só tenho aprendido valorosas lições, como inclusive, tenho aplicado, bem longe de sala de aula é verdade, mas confesso que por mais que me empenhe, o que não faço, jamais serei um Grã-Mestre desta arte. Meu interesse em manipulação de marionetes é apenas para que eu mesmo possa me livrar de certas cordas que possam querer se prenderem a mim.

    É bem aqui que estava o que atravancava meus post, a questão que ficava em minha cabeça martelando, como saber se estamos preso em uma teia e por isso nossos movimentos estão cerceados ou se esses fios não são teias e sim cordas por onde somos manipulados? Como saber?



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    1 Recados:

    Le Chasseuse disse...

    pode não parecer, mas todos temos o gene controlador dentro de si. basta ativá-lo. e para tal, basta o interesse


    'bem-vindo novamente'